sexta-feira, 22 de junho de 2012
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Nada mais que obrigada;
Nos últimos tempos a vida tem sorrido pra mim de uma maneira
que eu nem sei como explicar, meus dias tem nascido mais coloridos e nem a
pessoa mais irritável do mundo tem conseguido borrar as minhas cores, tenho
conseguido alcançar graças muito importantes que tem me feito uma pessoa melhor,
mais confiante e até uma pessoa mais feliz, é feliz, pois voltei a achar graça
nas coisas simples da vida, como fazer careta ou até mesmo virar uma cambalhota
rs, essas coisas parecem toscas mais quando se está anestesiado de felicidade
essas coisas viram as coisas mais engraçadas do mundo. Tenho vivido um momento
de encontro comigo mesma, pois venho me refazendo um pouquinho todo dia, pois
cada dia é um aprendizado, uma reflexão, um encontro com a minha alma,
encontrei em mim mesma o meu oásis, o meu porto seguro, o meu ponto de
equilíbrio. Deus te me ajudado a me tornar mais serena, mais suave a até mais radiante,
já não tenho mais tantos rancores, tantas magoas e nem mesmo tantas queixas
guardadas no meu coração, e isso tem me ajudado, tem me feito muito bem, tem me
reconstruído. Hoje eu posso dizer que realmente sei o que é ser FELIZ consigo
mesmo, pois estou fazendo o meu “doutorado em felicidade”’ rs, e isso tudo eu
devo a Deus que me dá força a cada dia, a minha família que mesmo na tempestade
nunca me abandona e aos meus amigos que mesmo na hora das minhas chatices jamais
me deixaram sozinha.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Como uma brisa leve no rosto. Saca?
Eu não quero nada extravagante, nada extraordinario, nada que me tire o fôlego. Quero a calmaria depois da tempestade, quero coisas duradouras. Quero a tranquilidade de um amor sereno. Não quero mais os fogos de artificio, não quero nada que se apague nessa efermidade das coisas. Quero tudo na paz, quero tudo no seu devido lugar. Não quero que transborde nem que falte, so quero a medida certa, tudo no limite. Porque depois de um certo tempo a gente vê que tudo que falta é o fôlego no fim traz excesso de
lágrima e eu me prefiro desmanchando em sorrisos.
Trago no bolso sonhos possíveis.
Descartei o peso da expectativa. Me sinto mais leve, sorrindo por tudo,
chorando por nada. Talvez esteja letra de Renato Russo "acho que não sei
quem sou, só sei do que não gosto" e se pra alguns "o que é demais
nunca é o bastante", descobri meu muito ao alcance dos olhos.
Não tenho roupa adequada para
aparições em grande estilo. Minha alma mau vestida aprendeu a achar graça na
simplicidade. Eu quero por do sol acompanhada, bagunça de amigos de madrugada,
quero foto despenteada, quero andar com calma. Correria pra que? A estrada
sempre vai estar ali me esperando. Você pode até me chamar de limitada, mas a
paz que habita em mim, não escuta suas palavras.
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